Eu sempre estou pra tudo, pra todos.
Já falhei, faltei, várias vezes, com inúmeras pessoas que nao mereciam essa displicência, naquela época eu não entendia o quão importante é isso, estar. Esperar. Não desistir.
Hoje eu tento não faltar mais. Mesmo. As vezes até passando por cima de convicções próprias, atropelando meus próprios sentimentos, desde que valha a pena, que eu consiga acolher, dar a mão, o ombro; um conselho, seja como for
Vitimismo definitivamente não combina comigo, mas quando a mesma situação acontece com diferentes pessoas, pior, tudo ao mesmo tempo, fica difícil não se sentir diminuído..
E não me refiro so a relacionamentos românticos, não.
Dói perceber que nao importa o que eu faça, quando passa, já não tem importância. Como uma roupa usada que não serve mais; perco o valor de uma hora pra outra. “Ah, tudo bem, ele é forte, auto suficiente, resolvido”. Até acontece as vezes, pontualmente, um tempo depois, de eu voltar s ter de novo relevância. Como aquela roupa vintage que voltou a moda, mas que invariavelmente vai ser jogada de lado assim acabar de ser usada.

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