E não é que andei utilizando-me destas improváveis inflexões, as reverberando; a torto e a direito, detalhe; sem nenhuma, nenhuma única criatura que de fato se interessasse por quaisquer uma delas, dos textos, das reflexões, das ideias expostas ou que concordasse, ao menos discordasse - que interagisse.
Não interessa ao outro minha reflexão. Não interessa meu conselho. Não interessa sequer o que, ou como penso. E é pra Mim surpreendente como entendo, afinal, a dele também não me interessa. Não se trata de desrespeito menos ainda de respeito
Sútil diferença entre eu e o outro: eu ao menos ouço o problema do colega, invariavelmente, penso em alguma resolução, sugiro, sugeri, ver esss reflexões vãs. O colega, ou nenhum colega, de fato, tem saco pra minhas penúrias. Nem Eu teria. Propor solução então: Mera utopia
Mas no fim é o mesmo. Ninguém quer saber de ninguém

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