Poema pra vida de gado largar
Soltar o sorriso, abrir os braços
Tentar retomar, reaver os laços
Terezinha de Jesus - minha irmã a cantarolar
Indeléveis memórias que teimam em se manifestar
Improvável re-encontro
De confessos errantes
Numa rua com pedrinhas de brilhantes
Não seja Dizgital,
Mas real o abraçar
Nessas entrelinhas, há um pedido a esperar
Um perdão pela falta, pela ausencia
Um recíproco entendimento de displicência
Pra finalmente o coralção acalmar

Nenhum comentário:
Postar um comentário