Avessa à mim, travessa sem fim.
Fim que não tem fim enquanto ela for só tropeço.
Não mais assim, mas agora o sim
Parece partir dela própria, não a deixando mais imprópria.
Pra solução do dilema que segundo ela, era um problema.
Entregar o tal sim, por sí mesma, em cada personagem, de cada página da resma.
Mas depois do fim, quem diria, há um ponto e vírgula.
E depois dele, o triste e inesperado: todo o gostar que ela dizia ter, ficou de lado. Foi abandonado.
Na medida em que recebeu, não soube dar
O que prometeu, continuou: já de se mudar me deixa mostrar. A chave virar. O que se sente, ignorar. Vale mais no meio estar.
Reclamar da luz; estando no escuro
Invariavelmente em cima do muro

Diria eu, um travesso!
ResponderExcluirTanto tropeço, que a virou do avesso
Que lhe fez lembrar do começo, que era leal, mesmo quando incluía preço..
E as vezes com aquele jeito, meio estreito..
Que certamente, a maioria não se encaixaria tão perfeito
Tão imperfeito, tão espelho..
Espelho que só a via narcisa.
Pois com o melhor, aprendeu a hipocrisia!
Talvez falta de empatia, de tanta mentira, tanta fantasia..
Mas não disse que arrependeria, somente evitaria, ou azar, denovo eu faria...
Espero que receba as palavras sinceras de sua narcisa, que tem um singelo pseudônimo de Minas com Bahia.